terça-feira, 19 de agosto de 2014

Ministério desmente boatos sobre casos de Ebola no Brasil

Com relação aos boatos que estão circulando nas redes sociais e por meio do aplicativo Whatsapp sobre Ebola, o Ministério da Saúde esclarece que não há caso suspeito ou confirmado da doença no Brasil. Vale ressaltar que o risco de transmissão para o país é considerado baixo.

De acordo com os dados oficiais divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os países acometidos pelo surto do vírus Ebola são Guiné, Libéria e Serra Leoa, todos situados na África Ocidental.

O Ministério da Saúde recebe, diariamente, informações da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a situação de circulação de vírus no mundo, inclusive o Ebola, além de quaisquer outras situações que possam se caracterizar como emergência de saúde pública.

Como a doença é transmitida pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, a transmissão para outros continentes é considerada como pouco provável. A OMS não recomenda quaisquer medidas que restrinjam o comércio ou o fluxo de pessoas com os países afetados.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Hepatite A pode ser evitada se você lavar as mãos

Cuidados básicos podem evitar grandes problemas em sua saúde. Lave as mãos, sua boca é uma grande porta de entrada de doenças.

Entre os muitos problemas que a falta de higiene pode causar esta a Hepatite A é uma doença infecciosa aguda causada pelo vírus VHA que é transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos (especialmente os frutos do mar, recheios cremosos de doces e alguns vegetais) ou da água contaminada.

Esse vírus pode sobreviver por até quatro horas na pele das mãos e dos dedos. Ele é também extremamente resistente à degradação provocada por mudanças ambientais, o que facilita sua disseminação, e chega a resistir durante anos a temperaturas de até 20ºC negativos. Faça sua parte e viva melhor.

domingo, 20 de julho de 2014

Parto Empelicado, você já ouviu falar?

É raríssimo isso acontecer. Existem partos em que a criança nasce com essa película, com a cabeça e o corpo protegido pelas membranas fetais, ou seja, envolto na bolsa intacta de líquido amniótico.

A criança sobrevive, ela continua praticamente em sua zona de conforto, tudo que precisa, mantendo a sua temperatura e ainda livre dos riscos de infecção na hora do parto, Essa bolsa é rompida imediatamente pelas próprias mãos do especialista médico logo após o nascimento liberando a criança.
Fonte: Sciencefact

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Fermentação Alcoólica - Produção de Hidromel, relatório básico de experimento

A fermentação é um processo de liberação de energia que ocorre sem a participação do oxigênio (processo anaeróbio). A fermentação compreende um conjunto de reações enzimaticamente controladas, através das quais uma molécula orgânica é degradada em compostos mais simples, liberando energia. A glicose é uma das substâncias mais empregadas pelos micro-organismos como ponto de partida na fermentação.

É importante perceber que as reações químicas da fermentação são equivalentes às da glicólise. A desmontagem da glicose é parcial, são produzidos resíduos de tamanho molecular maior que os produzidos na respiração e o rendimento em ATP é pequeno.

Na glicólise, cada molécula de glicose é desdobrada em duas moléculas de piruvato (ácido pirúvico), com liberação de hidrogênio e energia, por meio de várias reações químicas. O hidrogênio combina-se com moléculas transportadores de hidrogênio (NAD), formando NADH + H+, ou seja NADH2.

A fermentação é um processo utilizado na fabricação de bebidas alcoólicas, pães e outros alimentos. Hoje sabemos que os processos fermentativos resultam da atividade de microorganismos, como as leveduras e certas bactérias.

Diferentes organismos podem provocar a fermentação de diferentes substâncias. O gosto rançoso da manteiga, por exemplo, se deve a formação de ácido butírico causado pelas bactérias que fermentam gorduras. Já as leveduras fermentam a glicose e as bactérias que azedam o leite fermentam a lactose.

As leveduras e algumas bactérias fermentam açucares, produzindo álcool etílico e gás carbônico (CO2), processo denominado fermentação alcoólica. Na fermentação alcoólica, as duas moléculas de ácido pirúvico produzidas são convertidas em álcool etílico (também chamado de etanol), com a liberação de duas moléculas de CO2 e a formação de duas moléculas de ATP.

Esse tipo de fermentação é realizado por diversos microrganismos, destacando-se os chamados “fungos de cerveja”, da espécie Saccharomyces Cerevisiae. O homem utiliza os dois produtos dessa fermentação: o álcool etílico empregado há milênios na fabricação de bebidas alcoólicas (vinhos, cervejas, cachaças etc.), e o gás carbônico importante na fabricação do pão, um dos mais tradicionais alimentos da humanidade. Mais recentemente tem-se utilizado esses fungos para a produção industrial de álcool combustível.

Os fungos que fermentam também são capazes de respirar aerobicamente, no caso de haver oxigênio no meio de vida. Com isso, a glicose por eles utilizada é mais profundamente transformada e o saldo em energia é maior, 38 ATP, do que os 2 ATP obtidos na fermentação.

MÉTODO E MATERIAL UTILIZADO

Material
Pipeta de Pasteur (de plástico)
Garrafa Pet de 1,5 (um litro e meio)
Reagentes
250 ml de Mel
750 ml de água
01 gota de fermento biológico dissolvido em 50ml de água levemente aquecida.

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL:

Procedeu-se à montagem do sistema
Na garrafa PET foi colocada 750 ml de água, 250 ml de Mel e uma gota do microrganismo do fermento, denominado Saccharomyces cerevisiae, levemente aquecido em 50ml de água.

A garrafa foi lacrada, e a mistura foi levemente agitada, colocada em repouso, a temperatura ambiente de +- 26º, sendo aberta para a liberação do dióxido de carbono (CO2), a cada ciclo de 24 horas.

Nos primeiro três dias não foi notado qualquer atividade aparente na mistura. uatro dias começou o processo de fermentação, gerando cada dia uma quantidade maior de gás, C02. 

Durante o processo de fermentação pode ser notado uma grande quantidade de gás que se acumula diariamente na garrafa, sendo necessários abrir diariamente a garrava para evitar o acumulo de gás o ocorrer a explosão da Recipiente. 

CONCLUSÃO:

A técnica de fabricação do hidromel consiste em facilitar ao máximo a ação dos microscópicos fungos (saccharomyces cerevisiae). Para uma fermentação completa e que confira um teor alcoólico desejado de 12%, deve se inverter as proporções mel/água. Ou seja: 80% de água e 20% de mel, além de aportar a esta mistura o fermento apropriado bem como os necessários sais nutrientes para o seu bom desenvolvimento e reprodução.

O fermento necessita de oxigênio. Primeiramente o retira do ar que se encontra dissolvido na mistura de mel e água (mosto). Quando gasta todo este oxigênio que estava presente no mosto, passa então a resistir à sufocação retirando o oxigênio das moléculas de açúcar.

Acontece uma reação química: C6 H12 O6 = 2CO2 + 2C2 H5 OH

Transformando o açúcar em gás carbônico e álcool. Na verdade são produzidas inúmeras outras substâncias, como ácido succínio, glicerinas e etc. Assim a produção do hidromel é anaeoróbica, tem que se desenvolver com a ausência do oxigênio livre, obrigando ao fermento retirar seu oxigênio da molécula de açúcar. 

É sempre mais fácil para o fermento, respirar o oxigênio dissolvido no mosto, tal como um peixe que retira o oxigênio dissolvido n’água. Mas quando o fermento respira oxigênio dissolvido no mosto, ele se reproduz mas não fabrica álcool apenas gás carbônico.

O mel é pobre em proteínas e estas estão diretamente relacionadas com a quantidade de sais minerais nos alimentos, desta forma, o mel não é capaz de suprir todos os sais minerais que os fermentos necessitam para o seu desenvolvimento.

Depois de cerca de duas semanas, não esquecendo de abrir levemente a garrafa para liberação do gás carbônico, é possível experimentar a bebida que estará com um leve teor alcoólico. Pode se consumir natural ou gelado. 


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Aprenda a identifica o mel falso rapidamente utilizando o iodo



Teste rápido para saber se o mel é falso ou verdadeiro, utilizando Iodo a 2%. Você pode fazer em casa. Se ficar escuro na reação o mel possivelmente é falsificado, se não mudar a cor, possivelmente é verdadeiro.


Já a pureza só dá pra avaliar no laboratório com outros testes mais específicos. Este que testei deu o resultado de um mel falso com presença de amido. O amido é usado na falsificação de mel porque quando ele solubiliza em água, a solução fica muito viscosa, como o mel.


A principal forma de falsificação do mel é pela adição de açúcar comercial,

glucose e dextrinas. Além disso, pode ocorrer no comércio mel artificial, que é constituído por açúcar com adição de substâncias aromáticas e amido e glicerina.